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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Descrição física de Jesus - parte 3

Finalmente as imagens, que eu imagino que a maioria conheça, sobre a descrição física de Jesus, eis abaixo.
Essa imagem é considerada a primeira representação artística de Jesus, datada do séc. VI.
A imagem do sagrado coração de Jesus, tá lá no topo do logo do blog, é uma das representações mais exatas de Jesus. Por gentileza, quando virem esta imagem digam: sagrado coração de Jesus, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.
Existe uma infinidade de imagens de Jesus, desde representações artísticas do período medieval até phtoshops atuais. Separem o joio do trigo. Até a próxima.




terça-feira, 9 de junho de 2015

Descrição física de Jesus - parte 2

Continuando a falar da descrição de Jesus Cristo, existe outro escrito que seria de ninguém mais ninguém menos que Pôncio Pilatos, que diz como Ele era e como se diferenciava da multidão. Eis abaixo:
Um jovem homem apareceu na Galiléia que prega com humilde unção, uma nova lei no nome do Deus que o teria enviado. No princípio estava temendo que seu desígnio fosse incitar as pessoas contra os romanos, mas meus temores foram logo dispersados. Jesus de Nazaré falava mais como um amigo dos romanos do que dos judeus. Um dia observava no meio de um grupo um homem jovem que estava encostado numa árvore, para onde calmamente se dirigia a multidão. Me falaram que era Jesus. Este eu pude facilmente ter identificado tão grande era a diferença entre ele e os que estavam lhe escutando. Os seus cabelos e barba de cor dourada davam a sua aparência um aspecto celestial. Ele aparentava aproximadamente 30 anos de idade. Nunca havia visto um semblante mais doce ou mais sereno. Que contraste entre ele e seus portadores com as barbas pretas e cútis morenas! Pouco disposto a lhe interromper com a minha presença, continuei meu passeio mas fiz sinal ao meu secretário para se juntar ao grupo e escutar. Depois, meu secretário informou nunca ter visto nos trabalhos de todos os filósofos qualquer coisa comparada aos ensinos de Jesus. Ele me contou que Jesus não era nem sedicioso nem rebelde, assim nós lhe estendemos a nossa proteção. Ele era livre para agir, falar, ajuntar e enviar as pessoas. Esta liberdade ilimitada irritou os judeus, não o pobre mas o rico e poderoso. 
Depois, escrevi a Jesus lhe pedindo uma entrevista no Praetorium. Ele veio. Quando o Nazareno apareceu eu estava em meu passeio matutino e ao deparar com ele meus pés pareciam estar presos com uma mão de ferro no pavimento de mármore e tremi em cada membro como um réu culpado, entretanto ele estava tranqüilo. Durante algum tempo permaneci admirando este homem extraordinário. Não havia nada nele que fosse rejeitável, nem no seu caráter, contudo eu sentia temor na sua presença. Eu lhe falei que havia uma simplicidade magnética sobre si e que a sua personalidade o elevava bem acima dos filósofos e professores dos seus dias. 
Agora, ó nobre soberano, estes são os fatos relativos a Jesus de Nazaré e eu levei tempo para lhe escrever em detalhes estes assuntos. Eu digo que tal homem que podia converter água em vinho, transformar morte em vida, doença em saúde; tranqüilizar os mares tempestuosos, não é culpado de qualquer ofensa criminal e como outros têm dito, nós temos que concordar - verdadeiramente este é o filho de Deus.
Confere com o que diz a Bíblia. Na bíblia lemos que havia muita inveja por parte dos líderes religiosos judeus, mas que pelos romanos estava tudo bem, tanto que os fariseus tiveram que conspirar e subornar a muitos para poderem matar Jesus.
Além disso se forem procurar, verão mais outras descrições, mas não vou postá-las. Antes que qualquer imbecil venha a dizer sobre proibição de imagens, vou lembrar-lhes que Deus pediu para que se fizesse imagens desde aquelas da arca da aliança, como também a serpente de bronze, porém não vou colocar aqui, de modo que este é um blog católico, vou colocar um algo que só diz respeito a nós:
“Além disso declara este santo concílio, que as imagens devem 
existir, principalmente nos templos, principalmente as imagens de Cristo, da Virgem Mãe de Deus, e de todos os outros santos, e que a essas imagens deve ser dada a correspondente honra e veneração, não por que se creia que nelas existe divindade ou virtude alguma pela qual mereçam o culto, ou que se lhes deva pedir alguma coisa, ou que se tenha de colocar a confiança nas imagens, como faziam antigamente os gentios,que colocavam suas esperanças nos ídolos, mas sim porque a honra que se dá às imagens, se refere aos originais representados nelas, de modo que adoremos unicamente a Cristo, por meio das imagens que beijamos e em cuja presença nos descobrimos, ajoelhamos e veneramos aos santos, cuja semelhança é espelhada nessas imagens. Tudo isto está estabelecido nos decretos dos concílios, principalmente no segundo de Niceia, contra os impugnadores das imagens.” (Concílio de Trento: sessão XXV).
Na última parte, enfim, as imagens. Até a próxima.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Descrição física de Jesus - parte 1

Neste post falaremos de como era a descrição física de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Primeiro: se hoje nós temos a imagem de qualquer coisa que exista, e até mesmo de coisas de ficção científica, como não teríamos de Jesus? Mesmo quem não O considera Deus sabe que Ele existiu, é consenso histórico.
Segundo: Não é relevante. Apesar de aqui falarmos de como era a Sua aparência, isso em si pouco importa, mas quando se tem interesse em algo ou alguém se vai atrás de todas as informações, por isso a postagem.
Terceiro: Sim, Sua aparência é exatamente (ou muito próximo) das imagens que se vê por ai. Mas Ele, em si, poderia ter qualquer aparência, mas como Ele nasceu naquela época e naquele lugar Ele é muito próximo das imagens que vamos descrever abaixo. Ou seja, nada de Jesus negro como um africano ou branco como um ariano.
Na Bíblia em si não há nenhuma descrição de Jesus, até porque Ele não quer que nos preocupemos com isso, porque não é necessário e também para que não se faça nenhum tipo de julgamento. Por exemplo: se na bíblia já tivesse todas as descrições de Jesus, as pessoas usariam a bíblia para dizer que as pessoas que não se parecem fisicamente com Jesus não são abençoadas ou algo do tipo.
Pra não dizer que não há descrição de Jesus, o profeta Isaías tem uma visão da Sua paixão, onde descreve que Ele foi tão massacrado que não se parecia nem um homem (todo o capítulo 53, pois se lerem só um versículo como maldosos querem, não entenderão).
Como se sabe, a bíblia é uma compilação de livros da época, então tem livros que estão lá e tem outros que não estão. Existe uma carta que descreve Jesus, mas não entra na bíblia, é só mais um documento histórico. Muitos consideram que não entra na bíblia, pois quem escreveu não o reconheceu como o Filho de Deus, mas ele descreve a figura humana de Cristo. Trata-se de Públio Lêntulo, romano, governador da Judeia, que escreveu para Tibério César, o imperador romano. Eis abaixo:
Apareceu nestes nossos dias um homem, da nação Judia, de grande virtude, chamado Yeshua, que ainda vive entre nós, que pelos Gentios é aceito como um profeta de verdade, mas os seus próprios discípulos chamam-lhe o Filho de Deus - Ele ressuscita o morto e cura toda a sorte de doenças. Um homem de estatura um pouco alta, e gracioso, com semblante muito reverente, e os que o vêem podem amá-lo e temê-lo; seu cabelo é castanho, cheio, liso até as orelhas, ondulado até os ombros onde é mais claro. No meio da cabeça os cabelos são divididos, conforme o costume dos Nazarenos. A testa é lisa e delicada; a face sem manchas ou rugas, e avermelhada; o nariz e a boca não podem ser repreendidos; a barba é espessa, da cor dos cabelos, não muito longa, mas bifurcada; a aparência é inocente e madura; seus olhos são acinzentados, claros, e espertos - reprovando a hipocrisia, ele é terrível; admoestando, é cortês e justo; conversando é agradável, com seriedade. Não se pode lembrar de alguém tê-lo visto rir, mas muitos o viram lamentar. A proporção do corpo é mais que excelente; suas mãos e braços são delicados ao ver. Falando, é muito temperado, modesto, e sábio. Um homem, pela sua beleza singular, ultrapassa os filhos dos homens.
Yeshua é Jesus em português. A descrição é de um Jesus, digamos, bonito. E tinha que ser porque Ele precisava atrair a multidão, Ele fazia isso com os sinais, mas para quem não crê seria bom pelo menos vê-Lo e desta forma muitos curiosos vieram ao Seu encontro, convertendo alguns. A descrição também mostra Ele como um homem bom, mas isso não é segredo pra ninguém.
Na segunda parte, outras descrições. Até a próxima.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Escrito pessoal - a encarnação do Cristo

Continuando a série de escritos pessoais, após falar do que vinha antes do nascimento de Jesus agora falaremos do nascimento em si e seu significado.
Pra isso falaremos da anunciação. Gabriel, o arcanjo anunciador foi falar com Maria para saber se ela estaria disposta a ser a mãe do Senhor, e ela, humilde serva, aceitou. (Lc 1, 26-38).
Mas essa é a anunciação mais próxima do nascimento de Jesus, porque O Espírito, pelos profetas, já haviam dado detalhes como o local do nascimento (Belém, Mq 5, 1-2), que nasceria de uma mulher virgem (Is 7, 14, que também diz que Ele será um emanoel um Deus conosco, um Deus presente), que viria alguém anterior à Ele para preparar o povo, aplainar o caminho (Is 40, 3-5), entre outros detalhes de outras passagens.
O nascimento em si temos as informações dos Evangelhos de Mateus e Lucas que dão detalhes. Jesus nasceu na mais absoluta pobreza, foi envolto em panos e colocado numa manjedoura, um lugar que servia pra colocar comida para os porcos (Lc 2, 7). A Igreja também preserva tradições quanto ao nascimento de Jesus.
Logo que nasceu foi desprezado pelo povo a quem Ele viria salvar, mas foi exaltado e louvado pelos demais povos. (Mt 2, 1-12; Lc 2, 8-20). Segundo a antiga lei foi circuncidado e apresentado no Templo (Lc 2, 21-38).
Nisso, a Salvação veio ao mundo, Jesus, significa Deus Salva, não poderia se chamar "Emanoel" porque pela tradição o nome tinha que ser um nome que já era da família, ou seja, no família de Jesus já ouve outro Jesus. Poderia ser Davi, Salomão, José, Jacó, Abraão, etc.
Após seu nascimento, Ele pacientemente espera o tempo em que deve começar sua obra. Procurei por resumir para não faltar com o Evangelho. Até a próxima.

terça-feira, 25 de março de 2014

Deus-Filho

Vamos falar um pouco da história de Jesus:
Nasceu por volta do ano 5 a.C. do nosso calendário, em Belém na região da Judéia. Veio diretamente do alto, e se encarnou no ventre da Virgem Maria, graças ao seu sim, e foi cuidado por São José, graças ao seu sim às obras de Deus. Portanto tem como mãe Maria e como Pai José, e portanto é descendente de Davi.
Seu nascimento é fascinante: Deus escolhe uma das mulheres mais pobres da região, quando vão para Belém, pela falta de alojamentos e pela falta de dinheiro também, nasce numa manjedoura, que é um lugar onde as pessoas colocam alimentos para os animais, como porcos, comerem. Mesmo assim já é glorificado e presenteado por aqueles a quem Ele viria a converter, os pagãos. Foi consagrado, conforme o costume da época e batizado de Jesus, que significa "Deus Salva".
Desde seu nascimento perambulou muito a região, pois os poderosos sabiam que naqueles tempos surgiria um rei, Herodes mandou matar as criancinhas, e a Sagrada Família saiu daquela região, e só voltou com a morte deste Herodes.
Sua adolescência foi um pouco diferente, viveu a maior parte do tempo em Nazaré, região da Galiléia, mas sempre ia com sua família ao templo de Jerusalém, nas festas, até ai são os registros, depois pula a para a sua fase adulta, isso porque eles perderam José muito cedo, e Jesus passou boa parte de seu tempo cuidando da sua profissão (carpinteiro), da sua Mãe e de aprender sobre as escrituras, isso porque ele tinha que esperar, pois antes dele devia haver um profeta (João Batista) que "limpasse" o caminho para Ele.
Na fase adulta Jesus começa dando exemplo e realizando os costumes, como o batismo. Depois de ser tentado no deserto pelo diabo para abandonar os caminhos de Deus, ele parte para a realização de seu maior trabalho; divulgar as boas novas, e com isso muitas pessoas se juntam à Ele, e Ele mesmo escolhe alguns em particular para segui-Lo (discípulos). Realiza milagres, prega em diversas cidades, faz curas, rebate alguns costumes, como a questão das atividades no sábado, e nos diz seu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei.
Gostava de explicar as vontades de Deus por comparações (parábolas), mas sabia ser direto quando era preciso, pois sempre falava com autoridade. Nunca foi visto rindo, mas diversas vezes chorando. Sabia de tudo, passado, presente e futuro, e algumas vezes anunciou sua morte e outros acontecimentos.
Ensinou nos diversas coisas, sobre perdão e amor, e nos deu a oração do Pai-Nosso. Realizou ressuscitações, mas a mais importante era a que havia de acontecer dele mesmo.
No que se chama de "a paixão de Cristo", na verdade é muito mais que paixão. Foi o maior acontecimento desse mundo, nós demos a Ele a traição, o demos nas mãos de autoridades injustas, agredimos Ele de graça, mandamos soltar um ladrão para que Ele fosse crucificado, batemos e cuspimos nele, e zombamos até não aguentarmos mais. E Ele por outro lado, nos amou, nos perdoou, nos deu a eucaristia (união com Ele) e teve misericórdia da nossa grande maldade. No lugar de paixão, o termo mais apropriado seria amor incondicional.
Depois de ser brutalmente assassinado, vai para um lugar chamado a morada dos mortos, um lugar onde os mortos do período antes dele o aguardavam para seu julgamento pessoal. Depois de três dias ressurge no nosso plano, dá uma passada rápida para falar com o Pai e volta para avisar que ressuscitou, conforme havia predito. Depois subiu novamente e voltou cinquenta dias depois (pentecoste) para nos dar o paráclito, o Divino Espírito Santo de Deus, e depois passou a fazer indas e vindas até o dia de hoje. Pode aparecer da maneira como quiser, com a aparência de menino, como bebê, etc.
Sua aparência, aliás, era bem considerável, era um cara bonito, loiro do cabelo partido no meio, com uma barba, porte físico levemente forte, seus olhos possuíam um brilho colorido, enfim, assim era Jesus, o Cristo, o Messias, o Filho de Deus-Pai.