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Postagens de segunda a quinta-feira.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Atos 19 - parte 1

Primeira parte deste capítulo, At 19, 1-20.
19 Paulo em Éfeso. 1 Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou as regiões montanhosas e chegou a Éfeso, onde encontrou alguns discípulos. 2 Perguntou-lhes: "Recebestes o Espírito Santo quando abraçaste a fé?" Responderam eles: "Não, nem sequer ouvimos falar que há um Espírito Santo". 3 "Então que batismo recebestes?" Eles disseram: "O batismo de João". 4 E Paulo explicou: "João batizou com o batismo de conversão, dizendo ao povo que cresse nAquele que havia de vir depois dele, isto é, em Jesus". 5 Ouvindo isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus. 6 Paulo lhes impôs as mãos, e o Espírito Santo desceu sobre eles. Eles começaram a falar em línguas e a profetizar. 7 Eram, ao todo, uns doze homens.
8 Paulo entrou na sinagoga e falou com liberdade durante três meses, discutindo e procurando convencê-los sobre o reino de Deus. 9 Mas quando alguns endurecidos e incrédulos começaram a maldizer o caminho do Senhor diante do povo, ele se retirou, levou consigo os discípulos e pregou todos os dias na escola de um homem chamado Tirano. 10 Isso durou dois anos, de maneira que todos os habitantes da Ásia, judeus e gregos, puderam ouvir a palavra do Senhor.
Os exorcistas judeus. 11 Deus realizava, por meio de Paulo, milagres extraordinários. 12 Bastava aplicar aos enfermos lenços e aventais, que lhe haviam tocado o corpo, para que desaparecessem as enfermidades e saíssem os espíritos malignos. 13 Até alguns exorcistas judeus ambulantes tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre aqueles que tinham espíritos malignos e diziam: "Esconjuro-vos por Jesus, que Paulo prega". 14 Eram os sete filhos de Cevas, um sumo sacerdote judeu, que agiam assim. 15 Mas o espírito maligno respondeu-lhes: "Conheço Jesus e sei quem é Paulo. Mas vós, quem sois?" 16 E o homem possuído do espírito maligno atirou-se sobre eles, apoderou-se de dois e os maltratou de tal maneira que, nus e feridos, tiveram de fugir daquela casa.
Muitas pessoas procuram na internet quanto ao assunto exorcismo, eis aqui um relato de que apenas representantes oficiais de Deus podem fazer. Bem verdade que, antes da vinda de Jesus, isso cabia aos judeus, mas somente depois que Jesus veio, isso ficou com os católicos.
17 Este caso tornou-se conhecido de todos os gregos e judeus de Éfeso, todos ficaram com muito medo e o nome do Senhor Jesus foi glorificado. 18 Muitos dos que receberam a fé vinham confessar publicamente suas práticas supersticiosas. 19 E muitos dos que tinham exercido artes mágicas traziam seus livros e os queimavam diante de todos, chegando a calcular-se o valor em cinquenta mil moedas de prata.
Os demônios fazem isso: uma mulher aqui perto de casa, segundo relato dela, já obteve encontros (indesejados) com eles, que jogavam na cara seus pecados de infância que eram também relativos a superstições. Portanto, devemos nos livrar de todo e qualquer hábito de outras religiões, especialmente umbanda, e coisas relacionadas também a magia. Vejam que naquele tempo as pessoas já faziam mágicas, e viram que aquelas mágicas eram coisas do diabo e queimaram os livros pra aquela praga não se espalhar. Outro caso, pra quem quiser se aprofundar, vejam São Cipriano.
20 Assim a palavra do Senhor ia crescendo e se firmando com grande poder.
Até a continuação.

quarta-feira, 9 de março de 2016

João 19 - parte 3

Fechando o capítulo, Jo 19, 28-42.
A morte de Jesus. 28 Em seguida, sabendo que tudo estava consumado e para se cumprir plenamente a Escritura, Jesus disse: "Tenho sede". 29 Havia ali um vaso cheio de vinagre. Os soldados fixaram uma esponja embebida em vinagre numa vara de hissopo e lhe aproximaram da boca. 30 Depois de provar o vinagre, Jesus disse: "Tudo está consumado". E, inclinando a cabeça, entregou o Espírito.
O sangue e a água. 31 Os judeus pediram a Pilatos que quebrassem as pernas dos crucificados e fossem retirados. Assim o fizeram porque já era a tarde de sexta-feira e não queriam que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, por ser aquele sábado particularmente solene. 32 Os soldados vieram e quebraram as pernas do primeiro e do outro que tinham sido crucificados com Ele. 33 Quando chegaram, porém, a Jesus e viram que estava morto, não Lhe quebraram as pernas, 34 mas um dos soldados transpassou-Lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35 Quem O viu deu testemunho, e o seu testemunho é digno de fé. Sabe que diz a verdade, para que também vós creiais. 36 Assim aconteceu para que se cumprisse a Escritura: Não lhe quebrareis osso algum. 37 E outra Escritura diz também: Olharão para aquele a quem transpassaram.
Esses aspectos diferentes de uma crucificação comum provam que Ele era (é) o Cristo. As passagens são de Ex 12, 46; Nm 9, 12; Sl 34, 21 e Nm 21, 9; Zc 12, 10.
O sepultamento. 38 Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, embora em segredo porque tinha medo dos judeus, pediu a Pilatos que lhe permitisse retirar o corpo de Jesus. Pilatos lhe permitiu. Então ele veio e retirou o corpo. 39 Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido encontrar-se com Jesus de noite, e trouxe uns trinta quilos de uma mistura de mirra e aloés. 40 Eles tiraram o corpo de Jesus e O envolveram em faixas de linho com aromas, conforme é o costume de sepultar entre os judeus. 41 No local onde Jesus tinha sido crucificado havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo onde ninguém ainda tinha sido depositado. 42 Como o sepulcro estivesse próximo e ia começar o sábado dos judeus, foi ali que puseram Jesus.
E assim termina esse capítulo. Até a próxima.

terça-feira, 8 de março de 2016

João 19 - parte 2

Continuando a Paixão de nosso Senhor, Jo 19, 16(cont.)-27.
A crucifixão de Jesus. Levaram então Jesus consigo. 17 Jesus saiu carregando a cruz para o lugar chamado Caveira, em hebraico Gólgota. 18 Ali O crucificaram, juntamente com outros dois, um de cada lado e Jesus no meio. 19 Pilatos mandou escrever um letreiro e colocá-lo no alto da cruz. Estava escrito: Jesus Nazareno, o rei dos judeus. 20 Muitos judeus leram o letreiro, porque ficava perto da cidade o lugar onde Jesus foi crucificado, e o letreiro estava escrito em hebraico, grego e latim.
21 Os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: "Não deves escrever: 'o rei dos judeus', mas que Ele disse: 'eu sou o rei dos judeus'". 22 Pilatos respondeu: "O que escrevi, está escrito". 23 Depois de crucificar Jesus, os soldados tomaram as vestes dEle e dividiram-na em quatro partes, uma para cada um. Tomaram também a túnica; era uma túnica sem costura, tecida toda de alto a baixo. 24 Os soldados disseram uns aos outros: "Não vamos rasgá-la, mas vamos lançar a sorte para ver de quem será", para que se cumprisse a Escritura: Repartiram entre si minhas vestes e sobre a túnica lançaram a sorte. Foi o que os soldados fizeram.
Pilatos tinha mais fé do que os judeus, isso eu considero particularmente vergonhoso. Quanto aos soldados, a prática de rasgar as vestes e dividir entre eles era comum, como se fosse troféu.
25 Junto à cruz de Jesus estavam de pé Sua mãe, a irmã de Sua mãe, Maria de Cléofas e Maria Madalena. 26 Vendo a mãe e, perto dela o discípulo a quem amava, Jesus disse para a mãe: "Mulher, aí está o teu filho". 27 Depois disse para o discípulo: "Aí está a tua mãe". E desde aquela hora o discípulo tomou-a sob seus cuidados.
Mais uma vez a palavra irmão (irmã). Se fosse realmente irmã, João teria dito "a Sua tia". Mas o mais importante está aí ao final: Jesus deu ao discípulo mais amado, ou seja, a todos os seus, Sua mãe, para interceder por nós. Disse também como forma de não terem a atenção da dor naquele momento todo em si, ou seja, até quando está na cruz, Jesus nos conforta. Imagine agora, na Sua glória?! Até a continuação.