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Postagens de segunda a quinta-feira.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Lucas 20 - parte 2

Continuando este capítulo, aqui Lc 20, 20-47. Os fariseus conspiram...
O tributo a César. 20 Ficaram à espreita e mandaram espiões, que fingiam ser homens justos, para apanhá-Lo em alguma coisa e entregá-Lo à autoridade e ao poder do governador. 21 Perguntaram-Lhe: "Mestre, sabemos que falas e ensinas com retidão e, sem olhar a aparência das pessoas, mostras o caminho de Deus segundo a verdade. 22 É justo pagar imposto a César ou não?" 23 Vendo a falsidade deles, Jesus respondeu: 24 "Mostrai-Me a moeda do imposto. De quem é a imagem e inscrição?" Responderam eles: "De César". 25 Então lhes disse: "Pois dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". 26 Não puderam comprometê-Lo em coisa alguma na frente do povo. Ao contrário, admirados da resposta, tiveram que calar-se.
A ressurreição dos mortos. 27 Alguns do partido dos saduceus, que negam a ressurreição, aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram: 28 "Mestre, Moisés nos deixou escrito: Se um homem casado morrer deixando a mulher sem filhos, case-se com ela o irmão dele para dar descendência ao morto. 29 Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos. 30 Da mesma forma o segundo, 31 o terceiro, e sucessivamente os sete casaram-se com ela e morreram sem deixar filhos. 32 Por fim, morreu também a mulher. 33 Na ressurreição, de quem ela será mulher, se os sete a tiveram por esposa?"
Mesmo naquele tempo já havia discordância entre interpretações dos escritos dos profetas, mas Jesus vai tratar de explicar esse caso específico, que no AT encontramos em Dt 25, 5; Gn 38, 8; (Deuteronômio foi escrito antes de Gênesis, embora na Bíblia venha depois) falando da lei do levirato, que era opcional. Jesus explica...
34 Jesus lhes disse: "Nesta vida as pessoas casam-se e se dão em casamento. 35 Os que forem considerados dignos, porém, de ter parte na outra vida e na ressurreição dos mortos, não se casam nem se dão em casamento. 36 É que eles já não podem morrer porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, uma vez que já se ressuscitaram. 37 Aliás, que os mortos hão de ressuscitar, o próprio Moisés dá a entender na passagem da sarça, quando diz: O Senhor Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó. 38 Ele não é Deus de mortos, mas de vivos, uma vez que para Ele todos vivem". 39 Tomando então a palavra alguns escribas disseram: "Mestre, falaste muito bem". 40 E já não se atreviam a fazer-Lhe alguma pergunta.
Portanto Jesus confirma que: Primeiro: no céu não existe casamento e nem mesmo relações entre gêneros, pois no céu há a total satisfação pela simples presença de Deus. Segundo: a vida após a morte existe, e Ele cita uma passagem que tem em Ex 3, 2.6, mas que vemos muitas vezes no AT. E a lei do levirato? Serve apenas para (os judeus) que desejam que o familiar possua descendência com quem casou-se.
O Cristo é filho e Senhor de Davi. 41 Perguntou-lhes Jesus: "Como se pode dizer que o Cristo é filho de Davi? 42 Pois o próprio Davi diz no livro dos Salmos: Disse o Senhor a meu Senhor: senta-te à minha direita, 43 até que Eu ponha teus inimigos como apoio de teus pés. 44 Se Davi o chama de Senhor, como pode Ele ser seu filho?
Filho, aqui, é descendente. Esse Salmo é Sl 110, 1.
45 Jesus disse aos discípulos na presença de todo o povo que O escutava: 46 "Tende cuidado com os escribas que gostam de andar com roupas compridas, que procuram as saudações nas praças, as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes. 47 Devoram as casas das viúvas, a pretexto de longas orações. Eles terão sentença mais severa".
Como nenhum escriba se propôs a responder, conhecendo eles as escrituras, Jesus também tratou de denunciá-los. Tem muita gente hoje parecida com eles ein. Mas só tentando responder a pergunta de Jesus: O Cristo veio como homem (Jesus) mas é Deus igualmente como o Criador. Até a próxima.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Lucas 20 - parte 1

Agora no blog vamos focar mais a leitura bíblica pois já estamos bem próximo do fim deste Evangelho. Hoje um pouco do capítulo 20, Lc 20, 1-19.
20 Origem da autoridade de Jesus. 1 Aconteceu que num daqueles dias Jesus estava no Templo, ensinando e anunciando a boa-nova ao povo. Os sumos sacerdotes e os escribas com os anciãos aparecem 2 e lhe perguntaram: "Dize-nos com que autoridade fazes estas coisas ou quem Te deu esse direito". 3 Jesus respondeu: "Eu também vou fazer-vos uma pergunta. Dizei-Me: 4 O batismo de João vinha do céu ou dos homens?" 5 Eles começaram a raciocinar entre si: "Se dissermos 'do céu', Ele dirá: 'então por que não acreditaste nele?' 6 Se dissermos: 'dos homens', todo o povo nos apedrejará porque está convencido de que João era um profeta". 7 Por fim, responderam que não sabiam donde era. 8 E Jesus lhes disse: "Eu também não vos digo com que autoridade faço estas coisas".
Jesus disse também para que eles colocassem a "mão na consciência" e se convertessem, mas preferiram usar a mente para enganar a si próprio, com medo da verdade devido aos pecados, pois bastava eles disserem que vinha de Deus e se arrepender de terem o matado e estariam no céu, porque também Jesus se mostraria Deus. Como não o fizeram Jesus também não falou.
Os lavradores homicidas. 9 Jesus pôs-se a contar ao povo a seguinte parábola: "Um homem plantou uma vinha e arrendou-a a alguns lavradores. Depois partiu para uma longa viagem ao exterior. 10 Na época da safra, mandou um escravo aos lavradores para que lhe dessem a sua parte dos frutos. Os lavradores, porém, o espancaram e o mandaram embora de mãos vazias. 11 Tornou a enviar-lhes outro escravo. A este também espancaram, insultaram e o despacharam de mãos vazias. 12 Ainda lhes enviou um terceiro. A este depois de o ferirem, lançaram fora da vinha. 13 Disse então o dono da vinha: 'O que farei? Vou mandar meu querido filho; ao menos a ele respeitarão'.
14 Ao vê-lo de longe, os lavradores começaram a dizer uns aos outros: 'Este é o herdeiro! Vamos matá-lo e a herança será nossa'. 15 E lançaram-no fora da vinha e o mataram. Pois bem, o que fará com eles o dono da vinha? 16 Virá e acabará com estes lavradores e arrendará a vinha a outros". Ouvindo isso eles disseram: "Que isso não aconteça". 17 Fitando neles o olhar, Jesus disse-lhes: "Então o que significa aquilo que está escrito: A pedra rejeitada pelos construtores é que se tornou a pedra principal? 18 Quem cair sobre essa pedra ficará despedaçado, e aquele sobre quem ela cair será esmagado".
Todos perceberam a parábola e ficaram com medo. Primeiro a explicação sobre a vinha, que é Israel (Is 5, 1-7); os lavradores, os judeus; os escravos, os profetas; e o filho do Senhor, o Filho de Deus, Jesus. O Senhor ainda mostra que a parábola e verdadeira mostrando a passagem da pedra rejeitada, que é a pedra principal (ou seja, Ele) que está em Sl 118, 22. Aliás esse pra mim é o melhor salmo.
19 Naquela hora os escribas e os sumos sacerdotes quiseram prendê-Lo, pois perceberam que Jesus havia contado esta parábola contra eles, mas tinham medo do povo.
Principalmente a parte em que eles seriam despedaçados e esmagados. Mas mesmo vendo que isso aconteceria a eles se não se convertessem, continuaram no erro. Até a próxima.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Lucas 19 - parte 2

A partir de agora damos início a parte final deste Evangelho que vai tratar do ministério, morte e ressurreição de Jesus em Jerusalém. Fechando este capítulo Lc 19, 29-48.
Entrada triunfal em Jerusalém. 29 Ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos 30 e disse: "Ide ao povoado que está em frente. Entrando nele, achareis um jumentinho amarrado, que ainda não foi montado por ninguém. Desamarrai-o e trazei-o aqui. 31 E ,se alguém vos perguntar: 'Por que o desamarrais?' respondereis assim: 'O Senhor precisa dele'". 32 Os enviados partiram e encontraram tudo como Jesus lhes havia dito. 33 Quando desamarravam o jumentinho, os donos perguntaram: "Por que desamarrais o jumentinho?" 34 Eles responderam: "O Senhor precisa dele". 35 Trouxeram o jumentinho para Jesus e, jogando suas vestes em cima do animal, fizeram Jesus montar.
36 Enquanto ele passava, as pessoas estendiam suas vestes pelo caminho. 37 Já perto de Jerusalém, na descida do monte das Oliveiras, a multidão dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus num grande coro, por todos os milagres que tinham visto, 38 dizendo: "Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu e glória nas alturas". 39 Alguns fariseus disseram-Lhe, do meio da multidão: "Mestre, repreende teus discípulos". 40 Jesus respondeu: "Eu vos digo que, se eles calarem, as pedras gritarão".
Faz parte de um Salmo (118, 26) e estava previsto para acontecer deste modo, se os discípulos pelo livre arbítrio resolvessem calar ou fossem impedidos, as pedras gritariam.
Jesus chora sobre Jerusalém. 41 Ao ver mais de perto a cidade de Jerusalém, Jesus chorou sobre ela, dizendo: 42 "Se neste dia também tu conhecesses o que pode trazer a paz! Mas isto agora está oculto aos teus olhos. 43 Porque dias virão sobre ti em que os inimigos te cercarão com trincheiras, te sitiarão e apertarão por todos os lados. 44 Eles te arrasarão juntamente com teus habitantes, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, por não teres reconhecido o tempo em que Deus veio para salvar-te".
Somente Jesus sabia do futuro, tanto próximo como distante (destruição de Jerusalém) mas o choro e lamento mostra um perdão a cidade (povo).
Jesus purifica o Templo. 45 Ao entrar no Templo, começou a expulsar os vendedores 46 e disse: "Está escrito: Minha casa será casa de oração, mas vós fizestes dela um covil de ladrões". 47 Jesus ensinava todos os dias no Templo. Os sumos sacerdotes, os escribas e os chefes do povo procuravam prendê-Lo, 48 mas não sabiam o que fazer, porque todo o povo ficava arrebatado quando ouvia Jesus falando.
Leiam Jr 7, 8-11 e Is 56, 7. Em Jeremias vemos coisas bem atuais, a leitura de Isaías mais para reforçar que a casa do Senhor é casa de oração; até a próxima.